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terça-feira, 5 de março de 2019

Teste de Audição - Você Está Ficando Surdo?

Neste vídeo você pode testar sua audição e descobrir se está ficando surdo ou não. O teste é muito simples. Faça o teste e saiba como anda sua Audição!!!. OBS.: Fones de ouvidos básicos podem não tocar frequências abaixo de 50 hz e acima de uns 16000 hz, isto não quer dizer que a pessoa está surda, quer dizer que o fone não reproduz essa faixa de Frequência Escolha um bom par de Fones, aconselho um que seja original ou uma marca de qualidade. Esse teste você pode até usar pra testar seus fones, saber se ele reproduz e atingi determinadas frequências. O que eu utilizei foi um fone Áudio Technica ATH-M50x segue a dica.

Fonte: Canal youtube Vinheteiro
Postado por GILDØ às 17:42 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Dica Técnica: Potenciômetros de Mixers, Players, Controladores e outros Equipamentos para DJs & Producers.

Potenciômetros de Mixers, Players, Controladores e outros equipamentos para DJs Problemas e soluções


Quando o potenciômetro do volume ou do crossfader da maioria dos mixers, normalmente analógicos, apresenta desgaste, além de falhar, gera ruídos desagradáveis durante sua manipulação e após algum tempo passa a falhar completamente. E quanto ao potenciômetro do “pitch” (speed control / controle de velocidade dos “CDJ’s”/CD Players profissionais para DJs), quando se desgastam geram variação na velocidade da música. O defeito normalmente é provocado devido a poeira, umidade e uso excessivo, que no caso dos DJs de performances (turntablism) é inevitável. Mesmo os potenciômetros mais caros e mais resistentes, sofrem com a poeira, porém, por serem mais resistentes duram um pouco mais.
A grafite em pó é um produto encontrado em lojas de material eletrônico. É um grande preventivo. Em alguns potenciômetros pode aumentar a vida do mesmo. Porém será muito perigoso para o equipamento se o pó cair dentro dele, pois fechará curto e poderá queimar peças importantes, danificando completamen
te todo o equipamento ou comprometendo-o quanto a confiabilidade.

A indústria de equipamentos para DJs poderia minimizar os defeitos causados pela poeira e dobrar a vida útil, apenas mudando a posição do potenciômetro ou colocando uma capa plástica mais eficiente que as usadas em alguns modelos. Testamos em nosso laboratório esta solução simples, e obtivemos excelentes resultados, ou seja, ao minimizar o pó, aumenta-se a vida útil do potenciômetro significativamente.

Para se ter uma idéia da duração de um potenciômetro, a vida útil é medida em ciclos. Os melhores, de alta qualidade, segundo os seus fabricantes, têm vida útil de aproximadamente 500.000 ciclos. Mas infelizmente a maioria dos potenciômetros utilizados em mixers e CDJ’s ainda são os de aproximadamente 30.000 ciclos. 30.000 ciclos parece muito, e realmente é, para alguns DJs extremamente 
básicos, e muito cuidadosos com os equipamentos. Para estes profissionais o potenciômetro pode durar mais de três anos, tocando quase todos os dias durante aproximadamente duas horas. A poeira pode diminuir a vida útil para menos de 1/3, ou seja, 10000 ciclos. Para  DJs mais dinâmicos, criativos, que promovem performance (“malabarismos”), a vida útil do potenciômetro pode diminuir em mais de 90% principalmente se não houver cuidados quanto a poeira. Se levado em conta os ensaios das performances e as apresentações, um potenciômetro pode durar menos de seis meses, se utilizado no mesmo período que o DJ básico.Até que toda indústria insira e torne padrão potenciômetros ópticos (comentados a seguir) em seus equipamentos, poderiam também facilitar a troca deste componentes nas funções que sofrem mais desgastes, como já ocorre em alguns, poucos, mas mais comuns, crossfader.Potenciômetro de controle de velocidade (“pitch” control)Novas tecnologias em potenciômetros (ópticos)

Os potenciômetros ópticos são muito mais resistentes que os potenciômetros convencionais, mas como nada é para sempre, ele também terá suas deficiências. É muito provável que seja ainda a poeira e a umidade, porém os problemas atuais serão sanados tornando-os muito mais resistentes e duráveis. Poderá inclusive ser muito barato, pois a tecnologia é similar à encontrada em mouse, joysticks e muitos outros equipamentos. Só não será bom e barato se a indústria não quiser, pois tecnologia para isso existe, e é simples. Este potenciômetro já deveria estar em todos os mixers digitais e semi digitais atuais devido aos altos preços destes equipamentos. Por enquanto, estes potenciômetros só estão presentes nos crossfaders de alguns poucos modelos de mixers. Porém, com a briga pelo mercado (concorrência), poderão estar presente em breve em quase todos os novos equipamentos, não só no crossfader, mas também substituindo o potenciômetro do volume e do “pitch” (controle de velocidade dos players) e outros de maior desgaste. Com mais modelos e fabricantes usando esta tecnologia, ela se tornará mais barata e forçará a queda dos preços dos não ópticos (de grafite).

Potenciômetros fáceis e baratos para reposição e/ou reserva.



Os potenciômetros para reposição ou reserva, são necessários caso haja alguma dificuldade no mercado em encontrar tais peças, por emergência, para guardar o original como reserva ou para usar apenas em eventos importantes. Poderá substituir o potenciômetro do crossfader (o mais usado para performance) por modelos de mesma potência encontrados com mais facilidade e que podem ter duração e preço menores, de 10 a 50 % e 5 a 20 % respectivamente, se comparado aos modelos especiais usados em muitos mixers atualmente. Existem dois inconvenientes: em muitos casos alguns potenciômetros precisarão de uma pequena adaptação devido à diferença no tamanho; o outro é que o usuário tem que ter intimidade com um ferro de solda e conhecimento extremamente básico em eletrônica (potenciômetro). Ou então, que encontre um amigo que entenda ou técnico com boa vontade e bom preço, para compensar a adaptação, que é bastante simples.

Solução simples, “barata” e muitas vezes eficiente

Algumas vezes o potenciômetro do controle de velocidade (“pitch”) do CDJ, toca-discos / turntable, controles MIDI/USB geram variações e ou os potenciômetros do mixers falham e ou geram ruídos. Mas não significa que precisam ser trocados. Muitas vezes o problema é gerado apenas por sujeira e ou oxidação e basta uma limpeza para que funcione corretamente. Para limpar potenciômetros e outros componentes eletro-eletrônicos existe no mercado um produto composto de solventes em spray que na maioria dos casos pode ser aplicado sem a necessidade de desmontar o equipamento, mas por se tratar de inflamável e líquido o equipamento deve estar desligado e preferencialmente para maior segurança desconectado da rede elétrica ou sem baterias, ou seja, não deve estar energizado, e só deve ser religado após secar completamente, o que pode levar alguns segundos ou até horas dependendo da marca, tipo e quantidade aplicada do spray e do posicionamento do componente no equipamento que será limpo. Antes de recorrer a uma “assistência técnica” que algumas vezes age de má fé, apenas limpa o equipamento e diz ter trocado, recorra a este produto. Antes de comprar e de utilizar pesquise mais sobre estes produtos, e após comprar leia com atenção as instruções do fabricante antes de aplicar. Testei um destes produtos e tive ótimos resultados. Saiba que deve evitar que o produto atinja alguns componentes como por exemplo o leitor óptico dos CDJ’s, pois pode danificá-lo. Portanto deve aplicar o produto no potenciômetro de velocidade dos CDJ’s buscando evitar que escorra para a direção do leitor óptico.
Poderá encontrar facilmente este produto nas casas especializadas de produtos eletrônicos: no Rio de Janeiro na Região da Rua República do Líbano e em São Paulo na região da Rua Santa Ifigênia. Se não tiver experiência e ou habilidade alguma com equipamentos eletro eletrônicos, preferencialmente procure um profissional sério e experiente para que faça uma revisão geral no equipamento, limpe os componentes e caso necessário, troque os componentes que realmente precisam ser trocados, mesmo que gaste um pouco mais. Cuidado com os de má fé, pois com estes poderá gastar muito mais. Em mais de 90% dos casos, o mais caro é a mão de obra. Normalmente os componentes são baratos. Apesar de a maioria das pessoas não valorizar, desmontar certos equipamentos requer grande mão de obra, conhecimento, precisão, técnica, habilidade entre outros, para tirar dezenas de parafusos, algumas soldas, descobrir o problema, corrigir e depois remontar tudo novamente. Toda a operação, dependendo do equipamento, pode requerer horas de trabalho para apenas trocar um componente de centavos ou alguns poucos R$/Us$. Poucos profissionais têm preços justo, compatível com a mão de obra / hora exigida, porém outros exageram na dose, e têm preços exorbitantes
Segue ai Galera uma super dica para manter seus equipamentos sempre em perfeito estado de conservação e funcionamento, e no caso de Problemas e alguns defeitos tira algumas duvidas.Dica essa também que vai ajudar você a avaliar melhor seu equipamento até na hora de você comprar o seu usado. 

Postado por GILDØ às 21:56 Nenhum comentário:
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Principais Diferenças entre Formatos de Áudio


AAC, M4A, MP3, WAV, WMA… Essas são algumas extensões de arquivos que você provavelmente já ouviu falar ou até mesmo conhece mais a fundo.O áudio digital é a realidade de quase todo usuário de computador. Pela popularização imensurável do MP3 na última década, é comum considerarmos a extensão como a representação de um arquivo de áudio. Mas o fato é que o MP3 é apenas uma maneira de criar arquivos de músicas.Antes dos formatos, o PCMEssa é a sigla para Pulse Code Modulation (Modulação por Código de Pulsos), e esta é a tecnologia mais antiga de digitalização sonora. A história do PCM começa na década de 30, como uma maneira de representar sinais analógicos de maneira digital, ou seja, com suas ondas representadas em intervalos regulares.Da mesma maneira que um vídeo é de fato uma sequência de imagens fixas, a amplitude, ou seja, a extensão de uma onda sonora digitalizada não é constante. A digitalização sonora envolve basicamente dois parâmetros: taxa de amostra (sample rate) e profundidade de bit (bit depth). O primeiro indica a quantidade de vezes em que a amplitude de uma onda é medida, enquanto o segundo indica o número de bits em cada amostragem. A variação desses parâmetros indica a fidelidade do áudio à gravação.O PCM originou as diferentes maneiras de digitalização de áudio. Sony e Philips, na década de 70, desenvolveram a tecnologia e criaram o CD, que tem 44100 amostras por segundo (44.1 KHz) e amplitude de 16 bits. Já o PCM com 8 KHz de amostragem e 8 bits de resolução é utilizado no sistema telefônico.Formatos não comprimidos e comprimidosFormatos digitais de áudio se dividem basicamente em dois grupos: não comprimidos e comprimidos. Os primeiros garantem qualidade máxima, pois não modificam nenhum bit do original. Em contrapartida, exigem espaço. Um CD de áudio utiliza o formato CDDA (Compact Disc Digital Audio) e suporta 80 minutos de música, por exemplo. WAV e AIFF são exemplos de não comprimidos.Já os formatos comprimidos,como o nome sugere, comprimem dados com o intuito de diminuir o tamanho deles. Formatos como APE, FLAC e M4A são conhecidos como lossless e capazes de comprimir áudio sem perder qualidade.Outros formatos comprimem ainda mais os arquivos, ganhando muito espaço. No entanto, eles já utilizam o princípio de abrir mão da qualidade absoluta para ganhar mais espaço e comodidade. Uma maneira de conseguir isso é remover faixas de áudio teoricamente imperceptíveis pelo ouvido humano. Há perda de qualidade, mas muitas vezes ela é realmente imperceptível. Por isso, formatos comprimidos são mais populares para o usuário comum. Um exemplo é o MP3.WAV e AIFF, grandes e com qualidadeWAV e AIFF são dois bons exemplos de formatos não comprimidos que utilizam o método PCM.WAV é a sigla para Waveform Audio File Format, e foi desenvolvido pela Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs. É baseado em PCM e não “sacrifica” dados, portanto exige bastante espaço. Em média, ocupa até 10 MB por minuto. É compatível com praticamente qualquer tocador atual. Pela qualidade máxima, é indicado para edições, mixagens e trabalhos profissionais.Como limitação, arquivos nesse formato não podem ter mais que 4 GB. As extensões comuns são WAV e WAVE.Já AIFF é a sigla para Audio Interchangeable File Format, e pode-se dizer que é para a Apple (que o desenvolveu baseada em uma tecnologia da Electronic Arts) o que WAV é para a Microsoft. Também baseado em PCM, é um formato não comprimido, portanto de qualidade, mas que demanda espaço. A extensão comum é AIFF ou AIF, mas a lista de tocadores compatíveis é um pouco menor que o formato WAV.Compressão sem perder qualidadeHá formatos que conseguem comprimir dados sem sacrificar qualidade, caso do M4A, APE e FLAC. Eles são conhecidos como lossless ou sem perda, em tradução livre. Esses formatos são como uma ponte entre qualidade e comodismo, pois são capazes de manter a qualidade original e inalterada em menos espaço do que WAV ou AIFF.FLACÉ a sigla para Free Lossless Audio Codec, criado em 2003. Como afirmam os desenvolvedores, é como se fosse um ZIP, porém feito especificamente para áudio e com a vantagem de poder ser executado em vários players. Ele também é baseado em PCM, e os dados têm uma espécie de assinatura que permitem a conferência da integridade do arquivo.Uma vantagem do formato é o cue sheet, ou seja, um arquivo com todas as referências para a divisão de faixas de um álbum. Por exemplo, é possível ripar um CD em um único arquivo, e utilizar o cue sheet para dividir as faixas. O player ou gravador, neste caso, precisa ser compatível com a extensão CUE.A velocidade de codificação nesse formato é rápida e exige menos processamento em comparação com outros codecs. Ele é não proprietário e pode ser usado livremente. A popularidade do formato cresce com o aumento da velocidade da conexão com a internet.Arquivos FLAC ultrapassam a marca dos 1000 kbps, atestando a qualidade de áudio.Monkey Lossless Audio File (extensão APE)Esta é a extensão do Monkey Lossless Audio File, outra maneira de comprimir áudio sem perder qualidade, que também se descreve como um ZIP para músicas. Tem código aberto disponível, e conta com sistema de detecção de erros e sistema próprio de tags.Em comparação com FLAC, apresenta melhores índices de compressão, porém requer mais recursos de processamento, de acordo com resultados de benchmarks.ALAC (Apple Lossless)Sigla para o formato Apple Lossless Encoder. O MP4 é um tipo de extensão que utiliza esse formato, juntando áudio e vídeo em um container. M4A é uma extensão com as faixas de áudio de filmes com codec MPEG-4.FLAC, APE e ALAC em média digitalizam áudio com a metade do tamanho do arquivo original, podendo variar entre 40% e 60%. Esses formatos são bons para edição e para usuários que prezam pela qualidade máxima. Uma opção para um backup de sua coleção de CDs, por exemplo. Imagine que você fez toda sua coleção em MP3, e aí percebe que surgiu uma tecnologia melhor? Ao fazer o backup com uma tecnologia sem perda, as cópias permanecem fiéis aos originais independentemente dos avanços.Mas vale lembrar que esses formatos não são tão comprimidos quanto os que você confere agora.A conveniência da compressãoHá formatos de áudio que abrem mão da qualidade — até certo ponto — para ocupar menos espaço. São úteis para quem sofre com espaço ou quer carregar mais arquivos em um player, por exemplo.Eles são mais comuns porque, para o usuário em geral, a perda de qualidade não é algo notório.MP3Sem dúvidas, o MP3 é o formato mais popular, compatível com tudo o que é software e player de mídia. Criado na Alemanha, o formato utiliza a codificação perceptual, ou seja, codifica somente as frequências sonoras captadas pelo ouvido humano.A razão do sucesso do MP3 é o fato de conseguir equilibrar bons índices de compressão e qualidade. Há, sim, a perda de qualidade se comparado com o original, mas em níveis praticamente imperceptíveis para a maioria dos usuários. O MP3 chega a criar arquivos com 10% do tamanho de arquivos PCM.MP3 chega ao máximo de 320 kbps. Entre 192 kbps e 320 kbps, a qualidade é comparável a um CD. Entre 128 kbps e 192 kbps, algumas pessoas já constatam perda de qualidade, mas isso depende muito de quem ouve.OGG Vorbis (extensão OGG)É um formato não proprietário e até mesmo com melhores taxas de compressão que o MP3. Porém, a explosão do MP3 faz com que o suporte e a divulgação para OGG encontre muitas dificuldades. Além disso, o fato de ser código aberto dificulta a padronização do formato.Os desenvolvedores afirmam que o formato foi desenvolvido para “substituir completamente todos os formatos patenteados e proprietários”. O MP3 é uma extensão proprietária, e esse é o atrativo que o OGG tenta chamar em artistas e gravadoras. De uns tempos para cá, o OGG vem sendo consideravelmente utilizado em jogos.AACSigla para Advanced Audio Coding (Codificação Avançada de Áudio, em tradução livre) é considerado o mais forte concorrente do MP3. O formato é baseado no padrão MPEG-4 e foi popularizado pela Apple, que aderiu ao formato no iPod e no iTunes, até mesmo vendendo os arquivos de áudio da loja nesse formato, em detrimento ao MP3.Testes mostram que o formato AAC têm mais flexibilidade do que o MP3, como consequência maior qualidade de compressão. De maneira geral, o formato AAC tem melhor qualidade em taxas de bit menores (128 kbps, por exemplo).O AAC não é um formato proprietário, apesar do que aparenta. A confusão se dá pela adoção da Apple, mas não se confirma. O AAC é suportado por dispositivos da Sony, PSP, Nintendo DSi, Xbox 360, Zune, iPod, iPhone, Windows Mobile. Em termos de software, Media Player Classic, BSPlayer, Foobar, AIMP e Winamp são alguns compatíveis.WMAFormato da Microsoft, ele tem habilidades de cópias com proteção de conteúdo, em resposta aos problemas de distribuição que polemizam o MP3. É uma tecnologia proprietária com quatro codecs distintos: WMA como competidor do MP3; WMA Pro, mais moderno e com suporte para áudio de alta definição; WMA Lossless, que comprime sem perda de qualidade; e WMA Voice, destinado e conteúdos de voz com codificação em baixas taxas de bit.O WMA surgiu com a promessa de criar arquivos equivalentes a MP3 com metade do tamanho, porém não vingou. No entanto, em taxas baixas, de 128 kbps, a qualidade dos dois é comparável.Por que surgem?Há uma infinidade de formatos de áudio. O site File Info, um banco de dados sobre extensões de arquivos, lista centenas deles, como você confere neste link. Nós listamos apenas alguns deles que estão entre os mais populares ou em popularização crescente.Como é possível perceber, eles surgem por interesses de empresas, necessidades de usuários, oportunidade, etc. O MP3 é o mais conhecido porque aliou tamanho pequeno com qualidade boa e se espalhou incontrolavelmente com o Napster. A partir daí, ganhou um público fiel. No entanto, não quer dizer que ele é o melhor.A escolha do formato de áudio depende da sua necessidade. Como você viu, formatos que não sacrificam qualidade demandam espaço em disco, mas são ideais para fins de backup e para quem busca sonoridade avançada ou profissional.Já os formatos comprimidos valorizam a conveniência, a compatibilidade com vários tocadores e o armazenamento de uma quantidade muito maior de músicas. E você, qual é a sua preferência?Fonte: www.tecmundo.com.br

Postado por GILDØ às 08:09 Nenhum comentário:
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